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A unidade da Bosch em Braga tem assumido um papel crucial na construção do futuro da mobilidade. Além do parque geotérmico, o plano de descarbonização inclui a recuperação de energia de infraestruturas existentes, como equipamentos de ar comprimido e produção de água fria, bem como a implementação de sistemas de bomba de calor de alta eficiência e a otimização contínua da gestão técnica dos edifícios para sistemas de AVAC mais eficientes e autónomos. Subscreva a nossa newsletter para receber o resumo semanal das notícias mais importantes! A administração da Bosch em Braga diz estar empenhada em mitigar consequências para trabalhadores e clientes.
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Segundo a mesma publicação, Carlos Jardim, responsável pela produção e engenharia na fábrica da Bosch na Roménia, vai assumir a gestão da fábrica em Braga. Para além de conhecer os potenciais candidatos e de apresentar as oportunidades que disponíveis para quem está interessado em fazer parte do futuro da tecnologia, estas atividades têm também como um dos principais objetivos proporcionar uma experiência diferenciadora aos participantes, dando a conhecer o conceito “Work #LikeABosch”, que reflete o posicionamento da empresa e firma aquele que é o seu employer value proposition (EVP). Este lay-off tinha previsão de prolongar-se até abril de 2026, mas a empresa conseguiu resolver os problemas logísticos e assegurar a normalização da produção mais cedo do que o inicialmente planeado. Este não é um projeto isolado, pois enquadra-se dentro da estratégia de transição energética que a Bosch está a colocar em prática em todas as áreas do negócio, seja com aplicação de medidas e soluções que promovem a eficiência energética nas suas diferentes localizações, como também na vertente de desenvolvimento de serviços, e produção de tecnologias e produtos que vão ajudar os consumidores a utilizar as várias energias de forma mais eficiente e sustentável”, afirma Carlos Ribas, representante da Bosch em Portugal e diretor técnico da Bosch em Braga. Em causa estarão unidades dedicadas à produção de componentes automóveis. A multinacional alemã Bosch iniciou um processo de despedimento de 13 mil trabalhadores, mas esses cortes deverão ocorrer essencialmente na Alemanha e não deverão atingir a unidade de Braga.
Nas últimas semanas, o sindicato emitiu dois comunicados internos, porque foi vaga a informação que obteve sobre as paragens pontuais de produção. O SITE Norte diz ainda ser “inaceitável que os trabalhadores só tenham tido conhecimento da desgraça que os vai afetar, após o leite derramado e por notícias na comunicação social”. Segundo o sindicato, a multinacional alemã admite adicionar 18 pontos percentuais aos 66% pagos pela Segurança Social aos trabalhadores em lay-off. A decisão vai afetar 2.500 trabalhadores.
Com estas mudanças de pessoal, a Bosch garante uma transição tranquila na gestão da fábrica da Bosch em Braga”, diz o comunicado da empresa, no grupo dos maiores empregadores nacionais, no top 5 dos maiores exportadores do país. “Este ‘lay-off’ pode ser revertido, se as condições do mercado se alterarem substancialmente”, disse ainda a fonte. A ideia inicial da empresa era que o regime de quatro dias semanais se mantivesse até finais de maio, mas a “paragem do mercado” levou à opção pelo ‘lay-off’ total.
- O STJ considerou que os inconvenientes para os trabalhadores, por terem de se deslocar ao local de trabalho para trabalharem pouco tempo, “são claramente compensados pelas vantagens de conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal”.
- Para tal, diz a Bosch, foram feitas análise através da monotorização dos dados dos consumos energéticos em tempo real nos várias edifícios numa plataforma de gestão de energia desenvolvida no âmbito da digitalização e da aplicação de soluções indústria 4.0 na unidade da Bosch em Braga.
- Segundo o responsável, a Bosch em Braga está a receber algumas dessas tecnologias e continuará a desempenhar um papel importante no futuro da mobilidade, tanto a nível de desenvolvimento como de produção.
- Fazer parte da equipa portuguesa que se dedica ao desenvolvimento de soluções para a condução autónoma nunca foi uma ambição.
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Aproveitei a oportunidade e nos quatro anos seguintes fui mais além com o meu trabalho em robótica social e explorei, de forma mais intensiva, o projeto que iniciei no mestrado. Depois do seu doutoramento especializado em robótica, como mediador de interação social para crianças com perturbações de espectro do autismo, juntou-se à Bosch em 2015 como SW Developer até hoje, onde lidera duas equipas de desenvolvimento de SW. Juntamente com os bosch-career.pt meus colegas de engenharia, responsáveis pelo desenvolvimento de aparelhos para a condução autónoma, criamos software para sensores de perceção e posição absoluta do carro no mundo. O desafio surgiu por acaso, assim como a tecnologia surgiu na vida de Sandra Costa Se alguém me perguntar se desde pequena queria trabalhar na área de programação e no desenvolvimento tecnológico, a minha resposta é não. Fazer parte da equipa portuguesa que se dedica ao desenvolvimento de soluções para a condução autónoma nunca foi uma ambição.
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Carlos Ribas abandonou a liderança da operação da multinacional alemã Bosch em Portugal, deixando também de ser o responsável pela fábrica de Braga, a maior do grupo no país, onde no no último ano faturou mais de dois mil milhões de euros e emprega mais de 7.000 trabalhadores. Os trabalhadores já for… Cerca de 2.500 colaboradores da unidade bracarense serão abrangidos pela suspensão temporária dos contratos de trabalho e/ou pela redução do horário laboral. A empresa anunciou que irá recorrer ao mecanismo de lay-off previsto no Código do Trabalho, medida que deverá prolongar-se até, previsivelmente, ao final de abril de 2026. A empresa anunciou que irá recorrer ao mecanismo de lay-off previsto no Código do Trabalho, medida que deverá… O STJ considerou que os inconvenientes para os trabalhadores, por terem de se deslocar ao local de trabalho para trabalharem pouco tempo, “são claramente compensados pelas vantagens de conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal”.
Uma decisão que inclui as unidades de negócios de vídeo, acesso e intrusão e comunicação, que também irá afetar esta localização. Em novembro passado, a Bosch tinha anunciado um investimento de cerca de 100 milhões de euros na expansão da unidade de Aveiro. Já na área de negócios de energia e tecnologia de edifícios, na qual estão inseridas as atividades das unidades de Aveiro e de Ovar, atravessam momentos diferentes no âmbito da estratégia global da Bosch, com a aveirense a ganhar relevância e a ovarense em processo de venda. De resto, a empresa estima que, impulsionado por esta tendência, o mercado de software automóvel deverá atingir um volume significativamente superior a 200 mil milhões de euros até 2030, o que significa três vezes mais do que em 2020. No caso da fábrica de Braga, que é a maior unidade do grupo em Portugal, a reorganização da mobilidade na Bosch irá traduzir-se numa transformação do portfólio de produtos, que passará gradualmente dos sistemas de "infotainment" para soluções como computadores de bordo, câmaras e sensores. Tendo definido a mobilidade sustentável como uma das suas áreas de crescimento, com especial foco para a condução eletrificada e automatizada, esta transformação "terá o seu impacto no portfólio de produtos e, consequentemente, no negócio da unidade em Braga", adianta o responsável da Bosch em Portugal.
Pedro Vaz Silva, responsável de inovação logística e indústria 4.0 da Bosch, explica-nos que o chamado track and trace, “a rastreabilidade das pessoas, desde o fornecedor à fábrica vai fazer toda a diferença para empresas e consumidores no futuro”. A nova era da digitalização da produção beneficia do RFID, mas também de outras aplicações associadas. Há, depois, espaços de acesso remoto e exclusivo, onde não pudemos filmar já que o segredo, mesmo nos sistemas multimédia dos automóveis, é a alma do negócio. O espaço principal da produção de sistemas multimédia está dividida em mais de uma centena de zonas para cada marca de automóveis de motos, por cima de cada área de produção está o símbolo da marca, como Audi, Volkswagen ou Rolls Royce. É lá que a empresa produz sistemas multimédia para automóveis e motos de mais de 100 marcas, da Land Rover à BMW.
Nos nossos centros de desenvolvimento, em Braga, Ovar, Lisboa e Aveiro, poderás fazer parte das equipas que estão a criar a tecnologia do futuro. Ajuda a encontrar soluções inovadoras para empresas e clientes, que fazem a diferença em termos de eficiência, qualidade e fiabilidade. O objetivo agora é expandir a produção de energia através de módulos fotovoltaicos para ter uma capacidade de produção anual de cerca de 12GWh até 2027. Esta produção corresponde a cerca de 10% do consumo total de energia da fábrica.
Em marketing vais trabalhar em conjunto com outras áreas funcionais, criando estratégias efetivas para o desenvolvimento e marketing de produtos ou serviços. Durante o processo de engenharia, vais integrar todas as funções e aspetos de produção no design final. O teu trabalho vai envolver o contacto próximo com os departamentos relacionados, bem como com entidades externas de investigação e desenvolvimento, e com os nossos departamentos de desenvolvimento para clientes. Dependendo da tua área de especialização, vais trabalhar num dos departamentos de desenvolvimento de uma determinada divisão. Isto aplica-se a matérias-primas, peças, componentes e consumíveis para a produção, bem como para a maquinaria, produtos e serviços como equipamento informático e acordos de normalização de serviços. No caso de pagamentos em falta, tu e a tua equipa asseguram um seguimento rápido para mitigar quaisquer riscos potenciais para a empresa.
